quinta-feira, 4 de setembro de 2014

cartas de amor

Cartas do soldado ao seu amor: “Só pensava em Deus, via-me cercado pela morte”

O montinho de cartas a Maria, com os carimbos da censura, esteve até há não muitos anos atado com uma fita, intocado. São muitas as cartas, centenas de páginas, letra bem desenhada, em papel amarelecido, porque o jovem João Francisco Rosa, soldado-telegrafista, escrevia com regularidade à sua noiva, às vezes com dois ou três dias de intervalo apenas. “Minha boa Maria...”, “Minha querida...” No início, contava coisas bonitas. Nem parecia que tinha ido para a guerra.


Bilhete postal enviado em 1917

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